Mineração: barragens requerem melhor monitoramento

Mineração: barragens requerem melhor monitoramento

Mineração: barragens requerem melhor monitoramento

Uma reportagem publicada no jornal O Estado de S.Paulo (em 08.09.2020), intitulada Há 156 barragens em situação crítica, evidencia a necessidade de as empresas do setor de mineração investirem em tecnologias que lhes permitam ter uma gestão mais eficiente, com monitoramento em tempo real para, desse modo, tomarem decisões assertivas e ágeis.

A notícia destaca que no Brasil há 156 estruturas em condições críticas em 22 Estados, sendo que, desse total, 49 são de mineração e parte delas tem grande poder de destruição no caso de ruptura. Esses dados  sobre as barragens constam do relatório de Segurança de Barragens feito no ano passado pela Agência Nacional de Águas (ANA). O relatório indica também que o Brasil possui 19.388 estruturas de mineração, geração de energia e armazenamento de água e que não há informações completas sobre 61% desse total. A falta de informações, tais como dimensões das barragens e volume do que guardam, têm como consequência a impossibilidade de se prever os impactos contra a vida humana e o meio ambiente e o enquadramento na Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB). 

Segundo a agência, a definição se a barragem se submete ou não à PNSB é fundamental para que a sociedade saiba em quais delas podem ocorrer rompimentos, e com isso exigir a fiscalização dos responsáveis.

Na reportagem, o diretor da Agência Nacional de Mineração (ANM), Eduardo Leão, salientou que algumas estruturas chegaram a passar por sete inspeções em 2019 e  que o fato de o órgão, que era antes Departamento Nacional de Pesquisa Mineral (DNPM), ter virado agência, em 2018, contribuiu para mais fiscalizações. Na área da mineração, segundo dados da ANM, há 441 barragens, de um total de 841, inseridas na PNSB. Ou seja, não existem informações completas sobre 400. Leão afirma que as estruturas provavelmente não oferecem risco, mas que não há garantia de que problemas não venham a ocorrer. “Toda barragem é um ser vivo. Pode haver o impacto de uma chuva, por exemplo”, avalia. “Quanto mais informações, melhor para se fazer a gestão.” Segundo o diretor, a agência ainda passa por dificuldades como número reduzido de fiscais, são 30 para todo o País, e uso de sistema de computadores ultrapassados.

Essas declarações evidenciam que soluções como a da sensemetrics podem contribuir de forma substancial para uma gestão mais eficiente e maior controle sobre o que ocorre nas minas. A solução se diferencia pela arquitetura 100% baseada em nuvem, eliminando a necessidade de customizações e serviços demorados e caros para instalação e operação. Isso porque os dados obtidos por meio dos sensores que estão em campo são enviados para a plataforma na nuvem da sensemetrics e em seguida para os sistemas de aplicação e análise, dispensando a necessidade de conversão de dados, o que evita perda de informações e erros humanos. A integração perfeita de hardware e software oferece uma solução completa de gerenciamento de dados em tempo real, o que na prática permite maior rapidez para a tomada de decisões.

A solução da sensemetrics tem integração com as principais ferramentas de engenharia do mundo e com os principais fabricantes de plataforma do Brasil. A solução é aberta, robusta e tem facilidade de integrar os dados onde eles forem necessários e mandá-los para onde se quer.

Silvia Giurlani